Ideias perdidas, O Idiota a casinha e as uvas
Tenho tido ideias, mas elas perdem-se no tempo sem que as escreva. Não tenho tido tempo para o blog.
Perdi o livro que estava a ler. Foi como se tivesse perdido uma unha. Doeu. Mas agora sei que volta a crescer...
Vou lançar-me ao "O Idiota" do Dostoievski...Talvez lá compreenda um pouco melhor a minha própria natureza.
Mas entretanto...ainda não vos disse: estou a tratar de comprar uma casinha...LINDA! Tem vista ampla para o oceano. Árvores de fruto, um lagar...vinhas...
Ok... Quando for minha convido-os para pisar a uva.
Perdi o livro que estava a ler. Foi como se tivesse perdido uma unha. Doeu. Mas agora sei que volta a crescer...
Vou lançar-me ao "O Idiota" do Dostoievski...Talvez lá compreenda um pouco melhor a minha própria natureza.
Mas entretanto...ainda não vos disse: estou a tratar de comprar uma casinha...LINDA! Tem vista ampla para o oceano. Árvores de fruto, um lagar...vinhas...
Ok... Quando for minha convido-os para pisar a uva.
14 Comentários:
(Suspiro profundo!) Que romantico! Uma casinha junto ao mar... umas macieiras... umas laranjeiras... uma sesta a meio da tarde sentindo a brisa do mar desgrenhando o nosso cabelo... o cheiro a mar salgado entrenhando-se no nosso corpo... OK! Acorda Nataly!
Onde fica esse paraiso na terra? Já nos estou a imaginar daqui a uns anos fazendo nesse local um convívio dos "habitués" deste blog.
E será mais ou menos assim:
- E tu, quem és?
- Eu sou a Nataly.
- Oh pá, imaginava-te loira, não sei porquê... e mais baixa!
- Que estranho! Estivemos a conviver durante anos e fomos formando uma imagem das pessoas que agora não corresponde em nada à realidade!
- Quem é o próximo a apresentar-se?
- Posso ser eu! Tentem adivinhar quem sou!
- És homem, portanto não podes ser a Lyra... vai ao calha... o Filipe?
- Não, não! Esse sou eu!
- Xiiii! Nunca te imaginei com barba, rapaz!
- Eh! Estão a esquecer-se de mim!
- Tens razão! Deves ser talvez o menino...!
- Bingo! Sou eu próprio!
- E a b.? Quem é a b.?
- Tou aqui!
- Um grande olá para a b.
- OLÁAAAA!
- Lyra! Quem é a nossa querida Lyra? A nossa navegante dos versos!
- Quem é? Quem é?
- Não olhem para mim porque não sou eu!
- Lyra, não nos deixes mais em suspens!
- Lyra! Lyra! Lyra!
- Pssst! Olhem para este lado!
- Que grande prazer, Lyra. Dá cá um grande abraço!
- E a Anónima? Não veio?
- ...
Quem quiser pode continuar o diálogo... ;)
- eu conheço aqueles sapatos vermelhos, olá se conheço!
- são meus...
- e tu és...a moriana, já sei!
- não,eu sou a personagem de Andersen aquela que calça os sapatinhos vermelhos e dança até morrer...
- ah, pensei...
- mas podes chamar-me moriana.
o menino dos olhos de água sem ó chega...pasme.se, de mão dada com a lyra!!acreditam? e diz:"...óóóóóóó Filipe...tás bom?..." com muitos ós...muitos ós...
Nataly, fizeste-me rir... Pronto, para te satisfazer a curiosidade. A B. é alguém com quem vivi uma relação estável de amor, é uma pessoa muito especial...Amei-a profundamente. Falávamos muito e quando estivemos longe trocámos centenas de cartas...
Musalia, ignoro quem seja Anderson...Chamar-te-ei musalia!
Menino, nesse dia, mesmo que esteja mal, ficarei logo bom e responder-te-ei com uma grande abraço de gratidão...
MAs a quinta terá de ser outra que aquela foi vendida ao casal que chegou antes de mim...
Pois é menino Filipe, interpretaste mal o meu texto. Quando eu perguntava quem era a B. era no contexto do reencontro dos "habitués" do blog, mais nada :)
Mas já agora, um pequeno reparo: "amei"... ou ainda amas? As tuas palavras parecem repletas de saudade...;)
Ainda bem que te fiz rir. Rir é um dos objectivos da minha vida!
Em relação à quinta, realmente foi pena!
Mas mãos à obra! Vais ter que dedicar cada minuto livre a procurar uma outra. Não queremos com certeza um encontro dos "habitués" daqui a 40 anos, que seria mais ou menos assim:
- E tu, quem és?
- A Nataly!
- Quem?
- A Nataly!!!
- FALA MAIS ALTO QUE ESTOU UM POUCO SURDO!
- A NAAATAAALLYY!
- Ah, o Petit!
- Alguém viu a minha dentadura?
- Tá ali no chão!
- Deixa estar que eu apanho. Ai,ai, a minha artrose!
- Quem escondeu a minha bengala?
- Não fui eu!
- Eu também não!
- Nem eu!
- Vamos lá despachar isto que tenho que estar daqui a uma hora no lar!
- Quem começa?
- Quem começa o quê?
- A apresentar-se, porra!
- Então, o que é que viemos aqui fazer?
- Não me lembro, a minha memória já não é o que era!
- Alguém viu os meus óculos?
- Estão na tua cara!
- Ah, pois, que cabeça a minha!
- ...
Xii..Que deslize!
Fui eu falar de B. ...
Mas, honestamente, falei dela para ti mas também para ela...
Só não percebo com que objectivo!
Nataly, só o acto de confessar em público não te chega? Tens de saber também porque pequei?
Não percebeste outra vez. O porquê de ter dito a mim e não a ela!
Nataly, aperta com ele ;)
Bjs e abraços com vista para o mar!!
Eu não tenho nada a ver com o assunto, mas acho que se o menino Filipe se está a servir de mim para alcançar um determinado objectivo. Faz-me lembrar um pouco quando somos adolescente e temos vergonha em assumir perante uma determinada pessoa que a amamos. Então, por canais paralelos tentamos fazer chegar a informação à pessoa pretendida. Penso que este menino já deve ser uma pessoa crescida e que esta fase já devia estar completamente ultrapassada. Se já se amaram como ele disse e se ele continua a sentir algo por ele, não entendo por que não o diz abertamente. Penso que se está a criar novamente uma história interessante :) Menino Filipe, aproveitando as sábias palavras da nossa amiga Anónima, vamos ter que apertar contigo, expremer-te porque temos aqui uma situaçãao que merece ser explorada. E quando toca a corações, sabes como são as mulheres...
Sendo assim, temos mesmo que saber porque pecaste! Só nós é que te podemos dar a absolvição blogal! Só o acto de confessar em público já não é suficiente. Temos que saber o que te martiriza,o que te atormenta, o que tornou o teu ser um servo do pecado. Redime-te. Confessa-nos abertamente o que ainda sente por essa pessoa, o que te impede de voltar a ser feliz ao seu lado! Confessa menino Filipe... confessa que ainda a amas!
Não pretendo reconquistar B.
Porém, defendo que o amor é incólume.(parágrafo)
Pois, mas não pretender reconquistá-la não significa que a chama do amor não esteja em stand by...
ufa... do que eu me livrei quando escolhi uma religião sem pecado...
o amor é mais livre tb : ) boa sorte Filipe; Love hurts, não é?
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